quarta-feira, julho 07, 2004

qualquer coisa tropia

se os camiões do lixo deixassem de estar intermitentes e os nossos olhos fossem ao encontro daqueles enormes e concisos reflectores de almas em luz, gritariam nossos olhos, reviravam-se talvez, davam cambalhotas fulgurantes ao som de um hino circense. ao largo estariam amestrados os cães e da trombaria de um elefante um jorro fecundo e atabalhoado nos arrebataria as vestes. a abstração do autor em qualquer coisa tropia pode talvez reverter-se em peixe grande de tim burton, pode atar os sapatos pela força da razão, ou tropeçar subtilmente com as mãos sobre os atacadores. claro está que é a inércia do estímulo que provoca, por vezes, esse mesmo estímulo. não parece tão complicado quanto o realmente é. e a este estímulo de tropia, o leitor reage?

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